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ALÔ, ME CHAMO NINGUÉM

Alô, me chamo ninguém é uma esquete que versa sobre temas familiares a maioria das pessoas: desemprego, esperança, dúvidas, solidão e amor. Trata-se de uma comédia com requintes da técnica de clown que narra a história do jovem Gildo, um rapaz de origem humilde, que buscou aventurar-se em outra cidade para garantir seu futuro.

Durante este espetáculo, Gildo é colocado em diversas situações que colocam em cheque suas expectativas e convicções. Quem nunca ficou devendo? Quem nunca sofreu por amor? Quem nunca se desesperou ao sentir-se no fundo do poço? São perguntas como essas que instigarão o expectador durante todo o espetáculo.

             A surpresa do desfecho dando margem a interpretações diversas, impressiona o público, que é levado a refletir sobre o destino, a superação de obstáculos, a capacidade de mudança... Enfim, busca-se descobrir o verdadeiro sentido dos acontecimentos da vida de todos nós.

 

Texto: Wellington Fonseka

Direção: Victor Cordeiro

Histórico das apresentações:

 

Jan/Fev - 2007 - I Semana de Esquetes Centro de Humanidades –UECE

Abr - 2007 - ERECS (Encontro Regional dos Estudantes de Ciências Sociais) - UFC

Mai - 2007 - Semana da Psicologia Teatro Celina Queiroz – UNIFOR               

Mai –2007  - I Feira de Adoção, Arte e Educação da UPAC (União protetora dos animais carentes)

Jun - 2007  - XII Semana Universitária da UECE  - Campus Itapery

 

 

 

 

 

 

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